Meu Eu
sábado, 30 de julho de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
200 anos de ordenação sacerdotal do beato Ludovico Pavoni
Essa manifestação ocorrerá no dia 15 de setembro no Santuário Nacional de Aparecida, na missa das 9h presidida pelo Eminentíssimo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, arcebispo emérito de Belo Horizonte. A missa será transmitida pela Rede Vida.
A Congregação dos Filhos de Maria Imaculada – Pavonianos convida a todos a se unirem em oração, neste momento significativo para a vida da Igreja.
Em Brasília, os Pavonianos estão presentes no Gama na Paróquia São Sebastião (Gama) e no Centro de Orientação Vocacional "Pe. Antônio Federici" e também com o Centro Educacional da Audição e Linguagem “Ludovico Pavoni” (CEAL-LP) na SGAN 909 (Asa Norte).
Saiba Mais:
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O beato Ludovico Pavoni e a sua congregação
O Beato Ludovico Pavoni nasceu em Bréscia, Itália, no dia 11 de setembro de 1784. Escutando o Chamado de Deus, pôs-se a serviço do Reino em favor das crianças dos jovens e dos surdos abandonados de seu tempo. No dia 21 de fevereiro de 1807 foi ordenado sacerdote, por isso celebramos este ano a festa dos 200 anos de sua ordenação sacerdotal.
Iniciou sua atividade nos chamados “Oratórios Dominicais” (centros juvenis para a oração, catequese e recreação). Percebendo, porém, que essa atividade era insuficiente para uma sólida educação, sobretudo em favor daqueles que eram órfãos e explorados no trabalho, construiu um instituto que os amparasse e fosse para eles uma nova família.
No Instituto São Barnabé, buscou proporcionar uma formação humana, religiosa e profissional que possibilitasse a construção de um projeto de vida como sujeitos da própria história.
Fundou em 1947 a Congregação Religiosa dos Filhos de Maria Imaculada (Pavonianos). Desde então, os Religiosos Pavonianos, levam adiante o trabalho iniciado pelo fundador, apostando nos valores e no potencial do ser humano, procurando ajudar os jovens a crescer em autenticidade e no compromisso com os irmãos e irmãs, especialmente com os empobrecidos.
Estão inseridos na sociedade e na Igreja através de escolas profissionalizantes, colégios, centros especiais de atendimento aos surdos, paróquias e pastorais da juventude, do surdo e catequese.
A Família Pavoniana é formada por Religiosos (padres e irmãos) e leigos que, “unidos por fortes laços de caridade” e vivenciando o “Espírito de Família”, levam adiante a missão de fazer dos jovens “bons cristãos e honestos cidadãos”.
CRIANÇA
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SAÚDE
Silêncio quebrado
Projeto social permite a crianças com deficiência recuperar audição. Parceria do Ceal e Hospital Universitário de Brasília vai garantir dois implantes por mês
Implante coclear. O termo é tão desconhecido quanto o Centro Educacional de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal), um instituto beneficente de Brasília voltado para pessoas com problemas auditivos. Lá, crianças de até 5 anos são encaminhadas para hospitais especializados a fim de recuperar a audição.
O implante coclear é um aparelho composto por um sistema de microfone e um transmissor que fica na parte de trás da orelha. Além disso, há um imã embutido no couro cabeludo conectado a outro localizado fora, em formato arredondado. Na maioria dos aparelhos, há também outro elemento, uma caixa pequena situada solta na cintura do paciente acoplada a um microprocessador. Os eletrodos ficam inseridos dentro da cóclea, lugar do ouvido onde se encontram os terminais nervosos responsáveis pela audição. A finalidade é estimular diretamente o nervo da audição a fim de levar os sinais ao centro do sistema nervoso onde serão decodificados e interpretados como sons.
No Brasil, a quantidade de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva é de cerca de 350 mil, segundo o site do Hospital Universitário de Brasília (HUB). Há apenas oito hospitais públicos que realizam a cirurgia. As clínicas ficam em Bauru, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Natal, Porto Alegre e Brasília.
Na capital federal, as cirurgias começaram, em 2007, no HUB. Contudo, apenas duas pessoas foram beneficiadas até hoje, pois a habilitação concedida pelo Ministério da Saúde saiu apenas este ano. Até então, as operações eram feitas por médicos de fora da cidade. A previsão do hospital é fazer dois implantes por mês em adultos que perderam a audição. Para as crianças surdas, a esperança fica mais distante. Não há na cidade clínicas públicas autorizadas.
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No Ceal, as mães das crianças voltam a sonhar com a possibilidade de verem os filhos curados. A instituição dá a chance de famílias pobres terem a probabilidade de fazer o implante coclear. O tratamento custa cerca de 100 mil reais nos centros clínicos particulares e 30 mil reais nos públicos com o convênio do Sistema Único de Saúde (SUS).
O centro encaminha as crianças para hospitais fora do Distrito Federal. O Ortocentro e o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, conhecido como Centrinho, situados respectivamente em Natal e Bauru, são os locais que fazem a parceria. Eles reservam algumas das vagas para os pacientes de Brasília.
O Centrinho da Universidade de São Paulo, o primeiro centro de implante coclear no Brasil, recebe crianças com deficiência auditiva de até 2 anos e meio de idade. O Ortocentro de Natal, criado a partir da experiência do Centrinho, aceita de até os 5 anos. Há 20 anos os freqüentadores do CEAL são atendidos em Bauru, e nos cinco últimos anos deu-se o início dos implantes cocleares. Oitenta pessoas foram beneficiadas, e, a cada mês, três a oito pacientes de Brasília fazem o implante em Bauru e Natal.
Para Luciene Pereira de Souza, ver a filha, Fernanda, com o implante é um sonho realizado. Desde os 6 meses de idade, a garota foi diagnosticada com surdez profunda. A mãe notou haver algum problema com Camila, pois ela dormia demais e não acordava com nenhum barulho. A menina, aos 3 anos e dois meses de idade, foi a segunda criança do Ceal a fazer o implante em Bauru. “Minha filha era calada, não se enturmava com as outras crianças. Hoje, ela fala tudo, tem um vocabulário grande. E se enturma com os coleguinhas”, diz Luciene. Fernanda tem 8 anos e escuta tudo. “Às vezes, a Fernanda diz para eu falar baixo”, conta a mãe.
Agendar a operação, no entanto, não é fácil. As crianças têm que fazer uma série de exames, como ressonância magnética, tanto em Brasília como no hospital onde será realizado o implante. Os médicos precisam saber o estado de saúde do paciente. Depois de agendado, os pais têm que mostrar à Secretaria de Saúde conveniada que o tratamento do filho não existe na cidade de origem, para, assim, conseguir as passagens de avião financiadas pelo Tratamento Fora de Domicílio (TFD). Feitos todos os procedimentos, os familiares ainda devem tomar cuidados para os filhos não adoecerem. Caso esteja doente no dia determinado para o implante, a criança será impedida de fazê-lo e todo o procedimento será reiniciado.
Para Tiane da Silva Lima, de 20 anos, moradora da cidade de Santo Antônio do Descoberto (Goiás) e mãe de Camila, de 2 anos e oito meses de idade, a esperança de a filha fazer o implante ainda é grande, apesar de alguns empecilhos. A filha ia fazer a operação no mês passado. Mas, por estar com otite, uma inflamação no ouvido, teve que cancelar. Agora, não há previsão de quando será realizado o procedimento.
Quando o agendamento é definido e a criança se encontra sadia, a cirurgia acontece normalmente, mas outros procedimentos são impostos. Segundo o diretor do CEAL, o padre Giuseppe Rinaldi, o operado tem que passar alguns anos sendo acompanhado por professores e médicos, como fonoaudiólogos da instituição, a fim de ajudar a criança a se educar com a audição e a fala. Mas os anos de recuperação variam de pessoa a pessoa. “É como no caso de um bebê aprendendo a falar”, diz o padre.
Os operados também devem voltar ao hospital onde foi realizado o implante para regular a quantidade de eletrodos. Gradativamente, o aparelho ganha mais potência, pois a criança precisa se acostumar aos poucos com o sistema para não acontecer rejeição do organismo. Assim, no primeiro ano, eles têm que voltar de dois em dois meses. No segundo, de quatro em quatro meses. No terceiro, de seis em seis meses. E no quarto, de ano em ano.
Além disso, há o cuidado com o aparelho. Ele não pode ser molhado, nem passar muito tempo perto de um aparelho de microondas e nem por um detector de metais. Por isso, implantados andam com uma carteira de identificação.
As dificuldades para a realização do implante coclear em crianças de Brasília ainda são grandes. Mas a recompensa dessa batalha é satisfatória. Uma pessoa com surdez profunda pode ouvir e ainda adquirir uma voz perfeita após a cirurgia. De acordo com o padre Rinaldi, o implantado pode se distinguir perfeitamente daquele sem o implante. “A voz de um surdo revela a identidade dele, já a do outro, não. Após freqüentar as aulas de apoio pós-cirurgia, ele pode adquirir uma fala excepcional, igual a de uma pessoa sem deficiência”, explica.
CEAL/LP
| Turma de Pedagogia visita o CEAL |
O CEAL é uma instituição sem fins lucrativos e seu trabalho acontece há 30 anos, com apoio a bebês e crianças surdas carentes até a idade adulta. Com a ajuda de parceiros e convênios, são oferecidos diversos serviços às crianças e suas famílias. A entidade trabalha com atendimentos especializados e vários profissionais, como psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, dentistas, nutricionistas, assistentes sociais e professores da Secretaria de Educação do Distrito Federal. “Nós fazemos profissionalização, principalmente, na área de informática, para os alunos serem encaminhados e se tornarem independentes. Trabalhamos muito com as famílias, que não podem se omitir, mas assumir seu papel. Damos suporte quando são pobres e desestruturadas”, revela Giuseppe. O apoio às famílias acontece com atendimento comunitário, distribuição de cestas básicas e bazares de roupa. São oferecidos cursos de cidadania, alfabetização, informática, artesanato, doceiras, salgadeiras, cabeleireiro, manicure, corte e costura. Além disso, o CEAL conta com voluntários e também recebe estagiários nas áreas de atuação. Padre Giuseppe conta que são mais de 1800 pacientes, entre crianças e idosos beneficiados com aparelhos de graça. O implante custa R$100 mil na rede pública e os aparelhos chegam a R$5 mil. “O CEAL é o maior centro do mundo que acompanha pessoas implantadas e oferece terapia. A tecnologia é cara, mas não tem custo o investimento na pessoa e na cidadania”, afirma. Para uma das integrantes da turma, Abadia Duarte Guimarães, a visita foi importante pelo conhecimento profissional e pessoal que adquiriu: “além do aprendizado para o curso, trouxe experiência de vida. Algo que me preocupa é a inclusão social nas séries iniciais e a capacitação dos professores. Para um trabalho social, percebi que um grupo pode conseguir parcerias e recursos financeiros para ajudar a quem precisa.” O professor Alexandre de Paula explica a importância da prática desenvolvida: “a visita permitiu o contato com uma instituição séria. É importante também a chance da FACITEC em abrir as portas para os alunos, com o estágio na educação especial, uma área que carece de profissionais”, conclui. |
O acordo, firmado no mês passado, facilita o acesso a aparelhos externos de audição depois do credenciamento do Hospital Universitário de Brasília (HUB) como primeiro hospital público do Distrito Federal – o oitavo no país – autorizado a fazer esta operação.
Cada aparelho custa R$ 43 mil e agora será bancado pelo Sistema Único de Saúde. Com o programa da Secretaria de Saúde, o hospital universitário pretende atender mensalmente até 65 pessoas com diferentes níveis de surdez.
Mãe de um dos alunos, Estefânia Leite, 35 anos, conta que desde que freqüenta o CEAL, seu filho, Eric, de três anos, está muito mais esperto. “Ele participa de várias atividades e adora vir pra cá”, relatou. “Já está tudo encaminhado pra que ele receba o aparelho auditivo. Se não fosse o convênio eu não poderia pagar”, completou.!!!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
CARNAVAL 2011 BEIJA-FLOR
Beija-Flor!!!!

RIO - O casamento parecia improvável. Ele canta a velha calça desbotada ou coisa assim, a liberdade de uma vida sem frescura e o cotidiano de taxistas e caminhoneiros. Ela gosta de exaltar o Egito faraônico, monumentos da Antiguidade e os mistérios dos fenícios em seus enredos. Mas ambos prometem viver esse amor sem preconceito. Roberto Carlos e a Beija-Flor vão mostrar na Sapucaí que combinam tanto quanto o côncavo e o convexo.
A atração entre os dois é caso antigo. O Rei torce pela azul e branco (cores que usa com frequência), seu filho Dudu Braga desfilou na bateria em 2009 e a escola participou do especial de Natal na TV três vezes. Mas é também um casamento de conveniência, já que a Beija-Flor — dona da maior torcida do Grande Rio, segundo enquete de 2008 do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social — precisa de um enredo capaz de reaproximá-la do público. Ano passado, a homenagem aos 50 anos de Brasília ignorou a corrupção na capital enquanto o então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, estava preso por tentativa de suborno. Ficou em terceiro lugar — um constrangimento para quem, na década passada, foi campeã cinco vezes e vice três.
— Desde o início, não era nossa intenção falar da corrupção, e sim da história, mas o episódio nos prejudicou — diz o diretor-geral de carnaval, Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, o Laíla, 50 anos de samba e 18 campeonatos no currículo, incluindo Salgueiro e Beija-Flor.
Após o carnaval passado, a escola decidiu que mudaria, independentemente do enredo que escolhesse. Deixou de lado fantasias pesadas, para não atrapalhar a evolução. Escolheu um samba de letra menor e com refrões mais fáceis. Se a ideia é se comunicar com a plateia, a opção por Roberto não poderia ser melhor.O título do enredo, “A simplicidade de um rei” (de Alexandre Louzada, Fran-Sergio, Laíla, Victor Santos e Ubiratan Silva), insinua a atração entre os opostos. Enquanto o cantor lembra a cidade natal de forma singela (“Meu pequeno cachoeiro”), o Rio Itapemirim será representado num abre-alas de 50 metros de comprimento, ornamentado por 60 esculturas de beija-flores articulados e e dez mil litros de água. A azul e branco não abre mão de começar o desfile com uma imagem de impacto:
— Nós mudamos, mas sabemos o glamour que a escola tem. Se alguém está esperando ver a Beija-Flor com alegorias pequenas e fantasias modestas, vai se surpreender — afirma Laíla.
Da mesma forma, “Aquela casa simples” — título de uma música — se sofisticou na versão carnavalesca. Estarão lá máquinas de costura e relógios, referências, respectivamente, às profissões de Lady Laura e Robertino Braga, pai do cantor. Só que os objetos serão revestidos com espelhos, pedrarias e galões, materiais tradicionais no carnaval. Mas por que tanto luxo se, nas palavras do próprio cantor, o imóvel era modesto? O professor Felipe Ferreira, diretor do Centro de Referência do Carnaval da Uerj, não se surpreende. Ele explica que reproduzir fielmente, sem acréscimo algum, as imagens da vida de Roberto Carlos não é a única possibilidade. A ornamentação excessiva, diz, é uma das características da festa. Ainda mais no caso da azul e branco de Nilópolis.
— Cada escola de samba tem uma estética própria, que é o produto atual de diferentes situações e interesses acumulados ao longo de sua história. No caso da Beija-flor 2011, sua grandiosidade se manifesta no tratamento épico que a agremiação dá às formas mais simples do cotidiano — afirma Ferreira, autor do “Livro de ouro do carnaval brasileiro”.
Se qualquer brasileiro médio sabe os sucessos do Rei de cor, sua carreira não tem nada de simples. O brilho da vida de artista vai estar num transatlântico de 60 metros de comprimento que ilustra os cruzeiros “Emoções em alto mar”, do qual a Beija-Flor já participou. Junto à embarcação, esculturas de uma baleia, tema de música ecológica do cantor, e de Iemanjá, sempre presente graças à ligação do samba com cultos afro-brasileiros.
A suntuosidade da boa e velha Beija-Flor vai estar no carro “Mulheres e a tradução do amor”, no qual desfilarão as cantoras que participaram do DVD “Elas cantam Roberto”. A alegoria é forrada com veludo vermelho e terá 600 rosas e 500 corações de materiais e tamanhos diferentes, sugerindo o romantismo e a sensualidade daquelas canções do Roberto.
O carro com o maior número de esculturas é o último, onde virá o homenageado, com 250 crianças. Sessenta imagens de anjos, arcanjos, querubins, seres de luz e intensa iluminação lembrarão a religiosidade do artista. É assim que termina o show do Rei. A Beija-Flor e Roberto Carlos têm algo em comum.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
SILÊNCIO
Tem horas que é bom voltarmo-nos para nós e tentarmos ouvir a voz do nosso coração. Ele tem sempre muito a nos dizer. Mas quando fizermos isso, temos que silenciar e nos ouvir. Perdemos tanto tempo prestando atenção nos outros, no que pensam, no que sentem, que, simplesmente, esquecemos de nós, esquecemos de nos cuidar, de olhar para o que somos e sentimos. Numa reflexão rápida, se nos perguntarmos quantas vezes abrimos mão de nós pelos outros, a resposta será: inúmeras vezes. Não que isso seja ruim, pelo contrário. Doar-se ao outro é a maior prova de amor que podemos dar e a maior manifestação da presença de Deus em nossas vidas. Porém, para que a doação seja completa, é necessário que estejamos bem, com o coração aberto e livre de maus sentimentos e com ausência de qualquer sofriguidão. Tenho passado maus momentos. Meu coração, minha cabeça e o meu corpo estão em conflitos diários. Então, resolvi silenciar, afastar-me de tudo o que, porventura, causem tanta confusão. E comecei a ouvir meus próprios clamores. E percebi o quanto deixei minha vida vazia, cuidando sempre dos outros. Então, no silêncio da minha voz, ouvi o grito do meu coração. O grito desesperado de um coração sedento de perdão, de amor, de carinho, de respeito, de aconchego. Um grito desesperado por atenção, cuidado. E pela primeira vez meu coração antenou-se com a cabeça. Muitas coisas ficaram claras, levando-me, inclusive, a sofrer um pouco. Isto porque, no silenciar, a voz da verdade ecoa como salvação e martírio. Mas é a verdade! Neste silenciar percebi presentes importantes, como a minha princesa FRAN e valorizei presentes que já tinha, como a linda FAMÍLIA que eu tenho. E no meu silêncio, apenas uma frase foi dita: Obrigada, Senhor!!! Super beijo
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